terça-feira, 15 de março de 2011

“Ficar bonitinha, muitas conseguem, mas ter algo é para poucas.”

(Martha Medeiros)

“O momento é sempre adequado para fazer o certo”.

(Martin Luther King)

“Os sensíveis sofrem mais, mas amam mais e sonham mais”.

(Augusto Cury)

“Não há nada que substitua o sabor da comunicação direta”.

(Mário Quintana)


E o beijo de hj vai para a amiga Dani M.Fuga q resumiu bem o grande (pelo menos para mim), Caio F.:
"Muitos jovens se interessam pelo Caio porque ele jogava com uma certa vontade transgressora e, ao mesmo tempo, contrabalançava com um discurso de afeto. Ele se dirige muito a quem é inquieto, crítico, tem talento artístico e a quem é intenso... e passional ".

Bjos tb pra Ká Emmel, pra Carla Castanho, Dege Cavalli, Jana Sauer, Daia Donadel e Alci de Moura!!!!


segunda-feira, 14 de março de 2011

Falta uma semana

Hoje acordei e parecia Outono. Não era mais aquela manhã de Verão. Mesmo ainda sendo. E sendo assim, tratei logo de passar um café. O relógio marcava 6 horas e 55 minutos.
Era uma manhã para se ficar olhando pela janela, procurando algum vestígio, alguma luz que indicasse folhas secas e casaquinho meia-estação.
Eu não gosto muito de extremos. Não sou totalmente fã das altas temperaturas, nem das geadas de Inverno. A não ser que eu esteja na praia ou na piscina, ou perto de uma lareira, aquecedor e/ou cobertor (de orelha, inclusive).Gosto dos dias cheios de cor (da Primavera) e das sutilezas que só os dias de Outono proporcionam.

Falta uma semana para o Outono...

Mais capucinno, mais café expresso, mais leituras obrigatórias, mais folhas secas, mais sol de fim de tarde, mais chima na Redenção, mais abraços...por favor!



sexta-feira, 11 de março de 2011

Curtinhas

Alegria óbvia de mãe:

Ver Carolina indo pra aula, feliz. Antes de partir, beijo suas mãos, cabeça, rosto. E quando já está dentro do transporte, atiro "beijos voadores".

Alegria óbvia de mãe e filha I:

Exposição da boneca Barbie no Iguatemi. Pra Carol e pra mim tb (dãããã).

Alegria óbvia de mãe e filha II:

Final  de  semana para ver Justin  Bieber e Gnomeu  e Julieta no cinema. E  mais um  saco de guloseimas.

Beijos...

terça-feira, 8 de março de 2011


“E de repente, percebi a necessidade de cuidar dessa coisa difícil: o prefácio. Uma emboscada danada, afinal, como se faz para divagar em algumas linhas o mundo inteiro de palavras que exponho aqui?... Sou assim:o óbvio e a surpresa, vértebras e aventuras. De visão simplista sobre as coisas, de visão gigante do mundo. Atribuí a mim mesma a tarefa de desenhar com letras e instinto sobre algo ilógico: minha vida. A vida não é lógica, intuo, interpreta-se como bem quiser os sentimentos, as fases, as reviravoltas, os encontros... O instante agora é tempo de apreciação para mim, deleitar-me-ei ao que preciso for... Pingos, pontos, vírgulas, temas furtivos. Metáforas e pés da letra. Me plurifico com o passar dos dias, e por isso mesmo me sinto cada vez mais singular. Descubro-me cheia de estrofes, travessias e travessões. Sou feita de palavras, regurgitando textos, acentos e sensações. Versos... convulsões!”
          (Lai Jociene)


 


Estou sempre com o coração atento e tento ver com clareza. Posso parecer tola às vezes. Indelicada tb.Mas me perdoe. Tenho TPM, mas tenho um vínculo enorme com a doçura e com a simplicidade.Eu respeito suas ideias. Vc, as minhas. Assim, vamos.
(Beta Nunes)

Queria saber tocar algum instrumento, ser desinibida o suficiente para subir num palco, e cantar/encenar qualquer coisa. Mas não tenho voz suficiente, nem tempo. Queria ser melhor dona-de-casa, mas é raro estar em casa. Corre o tempo nos relógios. Me vejo louca quase sempre. Mas vem o afeto e me salva. E me basta.

(Beta Nunes)



quinta-feira, 3 de março de 2011

amor.com.br

Para a cabeça: cafuné
Para os ouvidos: boas novas
Para os olhos
: imensidãoPara a boca: beijo
Para a cabeça:
liberdadePara o peito: suspiros
Para as mãos: carinho
Para o quadril: música
Para os medos:
soluçãoPara os pés: asas
Para nós: amor

terça-feira, 1 de março de 2011

Entre abraços

“Na cabeça, Vi. No coração, Vi. Uma homenagem ao meu filho Vicente que completa hoje nove anos e amanhã parte para a quarta série. Vicente é meu contrário: cabelos compridos, tímido, silencioso, não gosta de tumulto e prefere ficar em casa.”

(Fabricio Carpinejar)


Todo mundo, ou quase todo mundo sabe que eu sou fã do Carpinejar. Adoro o jeito leve, despojado, irreverente, às vezes irônico como ele conduz seus textos, como ele vai equilibrando as palavras dentro de uma frase. Adoro quando ele fala do amor que nutre pelos filhos, pela companheira, pela vida.... Uma coisa temos em comum (olha eu, me comparando – rsrsrs). Mas o negócio é o seguinte: qdo o tema são filhos...aí todo mundo que tem um (de sangue ou do coração), sabe bem como funciona:

É de se passar horas falando sobre como é bom nos dedicarmos a eles. Como é bom aquela maozinha doce nos fazendo um carinho. Como é bom o abraço necessário (e que muito adulto não dá, muitas vezes por orgulho, vergonha ou comodismo). Criança não...O mecanismo infantil funciona assim: sem máscaras. Os abraços são tão expontâneos quanto respirar, os "não abraços" também. Ora estão a fim de abraçar, ora não. Já aconteceu várias vezes da Carol “trancar o pé”, ou os braços e não abraçar porque não “tava a fim”. Na hora a gente sempre quer o afeto nítido do filho ou da filha, sinal de boa educação, de boa criação. Mas, apesar de todas as regras sobre bom comportamento, os filhos, expontaneamente, muitas vezes se limitam a demonstrações rápidas de afeto. Já me disseram: “Deixa, não adianta forçar...” E estou aprendendo a respeitar o tempo de cada um.

Mas voltando as palavras do Carpinejar...Ele diz que o filho Vicente, é o seu oposto: tímido, silencioso, prefere ficar em casa...
Carol, em partes, também tem um temperamento diferente do meu. Afinal de contas, somos todos indivíduos distintos.
Me lembro quando eu era pequena, adorava cumprimentar as pessoas. Puxar assunto, então, era comigo mesma. Falava até com plantas (rsrsrs). Mas Carolina não. Em certos momentos é mais introspectiva, mais sensível que eu, gosta de brincar sozinha, e não é chegada a “ois” e “olás” automáticos, tanto no prédio onde moramos, ou quando encontro alguma amiga. O desenrolar dos cumprimentos vem minutos depois...

O jeito é não forçar. Não cobrar porque a pessoa tem um determinado jeito, um posicionamento, e a gente tem outro. Ok. Ok. Eu estou em constante treinamento emocional pra isso. Aceitar as diferenças. Entender que todo mundo tem coisas lindas para ofertar, e defeitos também. Crianças, adultos e idosos.

Uma semana doce pra vc!